sexta-feira, 17 de março de 2017

Aniversário - Abílio José Baptista Brandão


Abílio José Baptista Brandão
17-03-2017- 1951
Amigo,
Feliz Aniversário!
Com o andar dos anos, algumas pessoas ficam mais sábias. Outras, ricas e outras, velhas.
Neste dia de aniversário, os amigos de Madina Mandinga, desejam de coração aberto e sincero, que conquistes as duas primeiras “ Sábias e ricas”.
No alegre tempo, em vésperas de começo de um novo equinócio, o da Primavera, estação que nasce cheia de cores e aromas, tempo muito agradável em muitos aspectos, é um sinal de que a vida se renova e transforma em melhoria para garantia do seu modo e sistema de vida.
O tempo passa tão rápido, e as coisas vão mudando de lugar.
Mas é incrível, como certas coisas nunca irão mudar, nem esquecer, como seja, o dia do teu aniversário.
Na vida de qualquer homem ajuizado e honesto, tudo tem um lugar próprio para organizar e festejar um evento de aniversário em pleno.
São os amigos, que hoje, não se esquecem (eram) da tua data, e logo, apontam um trim… trim…,trim… olá, amigo,  parabéns e muitas felicidades.
É um dia muito charmoso, em que as mensagens, não param de chegar, e a todas, levas um sorriso e um obrigado nos lábios acompanhado de um abraço cheio de afecto e carinho e com a frase de, Felicidades, Saúde e Paz, além de muitos anos de vida.
Que a tua vida seja sempre repleta de carinho, boas amizades e bons momentos!
Feliz aniversário.
Desejamos um dia cheio de diversão e muita alegria junto das pessoas que mais amas. Que Deus te guie sempre!
Felicidades e Sucesso! Parabéns.

sábado, 11 de março de 2017

Crónica semanal

CADA MOMENTO, É SEMPRE TEMPO DE CONSTRUIR UM NOVO “PUZZLE” ou CAMINHO.

Há dias, fez-se um alerta aos visitadores e leitores do blogue, Leões de Madina Mandinga, na esperança de algum retorno de ideias, porque um blogue alimenta-se da colaboração dos teus comentários.
Hoje, é bom reforçar um ADN de construção na melhoria da nossa página.
Construir e abrir novos caminhos, não é difícil, basta apenas no imaginário de cada um, desenhar com palavras, um simples puzzle, ou quebra-cabeças que, dispondo as palavras numa ordem determinada, se consiga numa linha de pensamento reunir diferentes partes que constituem um edifício, uma máquina, um aparelho, uma lâmpada, ou até mesmo descrever uma história.
Tomar um quebra-cabeça como metáfora para a vida não é coisa nova. Pelo contrário. Vivemos de fragmentos que se juntam, que se encaixam; e que por erro e acerto, formam alguma coisa para nós. Seja um sentido, um problema, uma imagem, uma resolução, uma história.
Há sempre aquela peça perdida que, aparece do nada e costura uma linha de outras. Há aquela que ocupa um lugar indevido e por lá permanece, tempos sem conta. Há aquela que pela figura traz um caminho; e outra que, pelo formato, indica uma sequência. Está pronta para receber e acoplar de todos os lados. Ou preparada para limitar, indicando o desfecho pelo início.
Não é à toa que começamos um quebra-cabeça pelas bordas. Não se sabe o tamanho real da "coisa pronta", mas sabe-se que ela possui fronteiras.
E à medida que de fora para dentro se alcança os contornos, fica posto o espaço por onde "quebrar-a-cabeça" é mais difícil.
É aí, que dá um gosto da metáfora. Não pelo "montar em si, mas pelo avançar sobre a regra básica. A lógica das bordas existe como ferramenta, atalho para a montagem. Mas concluir a mesma no interior é sempre complicado e demorado, porque a coisa é séria.
Hoje levei uma chamada de atenção dupla, meu e de quem me chama, de vez em quando, para a minha responsabilidade. Só minha e de mais ninguém. Depois do almoço, achei lugar para uma peça estranha do meu puzzle, de extremidade pontiaguda. Fui entender que seu encaixe era muito mais pelo atrito do que pela forma.
Ainda estamos em Março, mas, longo tempo está à nossa frente para continuar alguns dos planos deste novo ano. Na realidade, todos os dias são oportunidades de construirmos o nosso caminho, seja prosseguindo o que iniciámos, seja interrompendo, seja mudando o curso, ou simplesmente alterando a velocidade e/ou a direcção.
Nunca é tarde para estendermos o(s) puzzle(s), e ler as suas muitas formas e texturas dos blocos apresentados para a sua construção. Uma atenção cuidada, é construir com alguma consciência o que pretendemos na vida, e em curto espaço de tempo, verificamos que valeu a pena para que tudo seja feito com esmera vontade, e para que o caminho da construção se coloque de pé em rocha firme. Como diz o provérbio: É preciso ter a mente aberta, e pensar: Não há construção sem construir, e não há caminho, porque o caminho, faz-se ao andar.
José Graça Gaipo

domingo, 5 de março de 2017

Crónica semanal

“Há lobos, sem ser na floresta”
Há dias, e de madrugada acordei, e fiquei desperto por algum tempo, esperando recuperar o sono interrompido sem qualquer motivo. 
Para dar continuidade ao meu sono, que pareceu difícil aceder à minha vontade e apetência da hora em causa, decidi, e optei por resolver o assunto, colocando os auscultadores, e liguei de imediato o mp3 para ouvir a RDP, canal1.
Para meu espanto, o locutor entrevistava o responsável e impulsionador de um grupo cultural da zona Alentejana, expor a nova experiência com o levantamento de um agrupamento popular recentemente criado e, com a intervenção de pessoas voluntárias e ligadas à cultura musical, o sucesso foi altamente positivo.
O grupo meteu mãos à obra cultural popular, procedendo junto da população idosa a uma recolha de cantos populares e o uso dos instrumentos, entre os quais, a antiga viola campaniça, e mais tarde, outros instrumentos de corda e sopro, foram surgindo como complementos, bem como os cordofones a experiência cultural do meio.
O engraçado de tudo isto, é que a base cultural procedeu-se com tal entusiasmo, que dada a beleza do canto e das temáticas musicais recolhidas, nomeadamente os poemas, nas temáticas proibidas na época do fascismo e já dentro do estado novo, acabaram por obrigação fazer-se a primeira gravação em áudio. O nome do disco e agrupamento, penso ser: Há lobos, sem ser na floresta.
Cantou-se Catarina Eufémia, as ceifeiras e outros temas, que só Abril transportou com a liberdade de se poder cantar, pensar, e falar com a maior lucidez, aquilo que fora em tempos, altamente proibido.
Mas o povo culto ou não, sempre entendeu as palavras o que pretendiam dizer, e assim, felizmente que foram descobertos muitos dos poemas guardados na memória dos populares, e transmitidos, na forma oral, uma apetência cultural para a composição contemporânea, acompanhada também de piano acústico, o adufe e outros, que o ouvido sensível descobre ao serem cantados e tocados durante a intervenção.
Histórias como estas, são de uma riqueza grande para os que pretendem perceber e entender a cultura popular, que na maioria das vezes foi escondida e altamente reservada face ao medo na época.
Isto é um bom exemplo, para que os nossos leitores do blogue dos Leões de Madina Mandinga, poderiam com algum esforço e vontade, contar.
Isto, é o seguimento do alerta de que, há dias foi publicado. Contar histórias ou estórias, é uma questão de vontade e querer, para estarmos a par do que vai acontecendo ao longo dos dias e dos anos.
A nossa história, também se pode reconstituir dentro deste mesmo formato, e seria um enriquecimento, e ao mesmo tempo, um marco de entusiasmo de nos sentirmos e fazer sentir os outros, sobre algo que nos aconteceu, dissemos e fizemos em tempos do passado século XX.
José Graça Gaipo

sexta-feira, 3 de março de 2017

Aniversário - Adelino Machado Coelho

Hoje, 03/03**2017-1952
Um Acontecimento de Felicitações!
O Aniversário de
Adelino Machado Coelho
[Cada aniversário, traz as muitas lembranças do passado, as Alegrias do presente, e os Sonhos do futuro]
Para muitos de nós, é muito gratificante o soar do dia de alguém fazer anos.
Hoje, com o avanço tecnológico, e em poucos segundos, do outro lado da linha, ouve-se um som nada estranho, mas já conhecido a chamar ou alertar o aniversariante, desejando-lhe as melhores felicitações.
A gratuitidade da comunicação, é sempre bem-vinda, quando os amigos de outrora não esquecem (eram) o dia de aniversário, daquele (s) que de perto, conviveram, regando com um bom copo, em dia de parabéns.
Os tempos diários vão passando, mas não descuidam os registos mais importantes que foram escritos nas memórias ou lembranças de cada um.
Por maiores que sejam as razões e afazeres, o pensamento de cada um, tem os seus próprios registos onde circulam nomes e datas, e outras passagens que nos divertem um pouco.
Estamos no início de Março, tempo mais exposto à nova mudança climatérica, com o crescimento dos dias, o sol a ficar mais alto e distante, dando espaço à primavera, tempo de novas esperanças e rebentos de vida que a natureza faz brotar devidamente organizada.
Em festa de aniversário, há sempre algum esmero e preocupação dos familiares mais próximos em proporcionar alguma melhoria não só o bem-estar, mas sobretudo numa melhoria de rancho cuidado e retemperado das melhores iguarias.
Os dias de aniversários são sempre especiais em todos os sentidos e sobretudo na atenção e no carinho que é mais manifesto com um sorriso alegre.
Que o dia de aniversário do amigo Vimaranense Adelino Coelho, seja um manifesto dia e acontecimento de muita felicidade, são os desejos dos amigos da família de Madina Mandinga.
Neste dia festivo, pensar nas três dinâmicas acima mencionadas, é um sinal de crescimento das nossas mentes e atitudes, para um bom prosseguimento da vida e alegria, e de continuar num futuro de sonho enquanto a vida permitir ao homem, e de forma particular ao aniversariante.
Parabéns e felicidades, e que se volte a repetir por muitos e longos anos.

domingo, 26 de fevereiro de 2017

Aniversário - Simão Pereira ** António Taveira


FELIZES OS ANIVERSARIANTES
QUE ESTÃO EM FESTA
SALVÉ DIA
 26-02- 1951-2017
Simão Rodrigues Pereira
26-02-1952 -2017
António Taveira Vieira
Elaborar um cartão de parabéns aos amigos Simão e António Vieira, acaba por ser simples.
Basta um pouco de imaginação com a aplicação de um pequeno jogo de palavras que entrosam um pensamento de felicidades em dia tão especial para os amigos acima invocados, ou lembrados.
Também é um regozijo de felicidades, quando os nossos amigos se lembram, e na primeira linha de lembrança e oportunidade, telefonam, e expressam as mais belas palavras de amizade, desejando mesmo na distância, a vontade de bem perto, partilhar a festividade, imaginando a tomada de um copo de espumante, acompanhado de uma belíssima fatia de bolo, que esmerados familiares prepararam com precisão, para que tudo seja motivo de apreciação, não só na aparência de confecção e ornamentação, mas também no sabor apetecível e de repetição, se possível.
Hoje, ao raiar do dia, o cartão de felicitações destinado aos amigos Simão e António Vieira, lembra na memória, o preparar da festa em terras de África, Madina Mandinga, Guiné, em que havia sempre preocupação antecipada de combinação de fausto manjar de cabrito encomendado, ou outra ave comestível e de aquisição fácil.
Tenho na lembrança e imagem retida, a preparação da mesa destinada ao banquete de almoço ou jantar, diferenciado e confraternizado na maior alegria de convívio, para aliviar a tensão do momento, e com alerta desperto, para que tudo fosse na melhor ordem.
Em final de Fevereiro, o frio aperta, e o (s) sinal (ais) de gestação surgem com o rompimento das águas de uma mãe, que ao longo do tempo, fez a sua contagem de sentir a maternidade chegar.
Depois, o aconchego de colo quente de ambos, é o agasalho primeiro de qualquer mãe, que ainda dorida fisicamente de dar à luz, aceita nos braços o seu nascido, e com o primeiro olhar, sorri de satisfação esquecendo a dor da maternidade.
 Ao receber (em) no colo a (s) sua (s) criança (s) não descuida (m) de bem os tratar, dando-lhes as melhores condições ambientais à sobrevivência do mundo externo.
Os cuidados primários, obedecem às instruções recebidas pelas mães e familiares já experientes, e por isso, não são esquecidos os tractos humanos e filiais, porque o plano do amor e do afecto, procura as defesas necessários e indispensáveis à manutenção de novas vidas trazidas ao mundo com novos ambientes.
Depois, ao longo dos meses, começam os olhares do reconhecimento dos bebés, depois, os sorrisos, as primeiras palavras de “ MAMÃ, nome que não necessita de apelidos para ser conhecida em conversa familiar e amigos, a identificação.
Com o andar dos tempos, as festas sociais são caminhos novos onde se cruzam saberes novos e amizades que se prolongarão por tempo indeterminado.
Neste dia, os amigos da família Madina Mandinga, expressam num abraço muito amigo, as maiores felicidades, e que o vosso dia seja bem passado na grande alegria e amizade familiar.
Um bem-haja de grande felicidade e de, Ad Multos Annos, para vós.
Com consideração e estima, Os leões de Madina Mandinga.